Valorização da mulher no mercado de trabalho

A valorização da mulher no mercado de trabalho ainda é um assunto que precisa ser amplamente discutido nos dias atuais. 

Isso porque, mesmo representando a maioria da população, cerca de 51,8% conforme dados da Pesquisa Nacional de Domicílio Contínua (PNAD), de 2019, o público feminino precisa enfrentar diariamente a falta de oportunidades, a ausência de cargos de liderança, a diferença salarial, entre outras questões. 

Este cenário de desigualdade é apenas reforçado por outro estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o levantamento, as mulheres ganham menos que os homens, mesmo sendo a maioria com ensino superior completo. 

Mas se as mulheres possuem níveis de instrução maiores que dos homens, por que elas não obtêm o reconhecimento merecido no mercado de trabalho?

As mulheres no mercado de trabalho

A desvalorização da mulher no mercado de trabalho é uma questão bastante enraizada na história do Brasil. Afinal, já houve a época em que as mulheres eram proibidas de trabalhar fora de casa e tinham toda a responsabilidade de cuidar do lar e realizar as tarefas domésticas. 

Devido a este cenário, a inserção do público feminino no mercado de trabalho se tornou um processo repleto de dificuldades e preconceitos.   

E mesmo sendo legalmente assegurado às mulheres os mesmos direitos concedidos aos homens, a igualdade de gênero ainda é uma realidade distante neste contexto. 

Segundo um relatório do Fórum Econômico Mundial, se a busca pelos direitos das mulheres continuar, a igualdade de gênero só será plenamente alcançada em 2095.

Como buscar a igualdade de gênero no mercado

Com o passar das décadas, o público feminino passou a ter uma participação mais ativa no mercado de trabalho. Contudo, como já mostramos, o caminho a percorrer para eliminar a desigualdade entre homens e mulheres ainda é longo! 

Afinal, mesmo com esta evolução, as posições ocupadas por elas e a remuneração continuaram estagnadas, apontando a grande diferença que existe entre homens e mulheres no mercado.

Conforme dados do IBGE de 2018, os homens recebiam, em média, R$ 14,20 por hora trabalhada, enquanto as mulheres recebiam apenas R$ 13,00.

Esta realidade é comprovada pelo relatório do Fórum Econômico Mundial que apontou o Brasil como o penúltimo país das Américas no ranking de igualdade de salários, perdendo apenas para o Chile.

Além desta diferença na remuneração, outra questão que contribui ainda mais para a desigualdade de gêneros é a existência de cargos considerados típicos de mulheres, como empregadas domésticas, babás, professoras do ensino fundamental, etc. 

Enquanto o público feminino é naturalmente associado a cargos com baixa remuneração, os profissionais masculinos são a maioria em posições de liderança, como gerência e diretoria.

Mas então, como as empresas podem auxiliar no combate à desigualdade de gêneros no mercado de trabalho?

Contar com maior diversidade de sexos no quadro de funcionários auxilia na quebra deste paradigma, além de refletir em uma série de características positivas para o negócio. 

Isso porque as mulheres possuem melhor capacidade de gestão, são mais organizadas e independentes e apresentam altos níveis de motivação no ambiente de trabalho.  

Mas não é só isso! 

As organizações que dão preferência às profissionais mulheres ajudam ainda a combater os preconceitos relacionados à qualificação do público feminino e oferecem oportunidades reais das mulheres serem incluídas no mercado de trabalho com mais igualdade.

Então, que tal comprar esta ideia na sua empresa? 

A RH Center apoia a diversidade e assumiu um compromisso efetivo com a igualdade de gênero, um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

Desde a sua fundação, a RH Center busca promover o empoderamento feminino, por isso, mais de 90% do quadro de funcionários é composto por mulheres. Elas ocupam, inclusive, a maior parte dos cargos de coordenação da empresa.

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